sexta-feira, novembro 24, 2006
quinta-feira, novembro 23, 2006
A história
A CASA
Era uma vez uma menina pequenininha, que morava numa casa grande com uma porta alta com uma janela larga, que tinha uma escada enorme que subia lá longe até pertinho do céu.
Havia também um cachorrinho minúsculo que morava na casa grande, com uma porta alta com uma janela larga, que tinha uma escada enorme que subia lá longe até pertinho do céu.
A menininha pequenininha e seu cachorro minúsculo adoravam sentar na sala com a vovó gorda na poltrona espaçosa que ficava no tapete felpudo da casa grande com uma porta alta com uma janela larga, que tinha uma escada enorme que subia lá longe até pertinho do céu., só para ouvir suas estórias de aventuras, príncipes, princesas, sapos e batalhas mirabolantes em terras distantes que nunca havia ouvido falar antes.
A menininha brincava por toda a casa e adorava correr pelo jardim. Só não chegava muito perto da escada.
Sempre que passava por ela olhava, olhava, olhava, mas não fazia nada, só ficava imaginando como seria chegar lá em cima. Mas era tão alta e a menina tão pequenininha!
Mas um dia, de tanto olhar, a menininha resolveu subir uns degraus só para experimentar.
Subiu cinco degraus e parou, meio assustada, para olhar se não estava muito longe do chão, então, resolveu subir mais um pouquinho... e parou novamente para ver se o chão estava mais longe.
E assim foi a menininha, subindo e parando, subindo e parando, até que o chão estava tão longe que até a porta alta da casa grande parecia pequenininha, minúscula, como o cachorrinho minúsculo que ela tinha.
Então, tomou coragem e subiu mais e mais e mais até ficar tudo escuro e então subiu mais um pouco. Tanto, que quando ficou na ponta dos pés e esticou seu bracinho bem esticadinho lá em cima conseguiu apanhar uma estrelinha e guardou-a junto do seu coração.
Assim, todas a s noites quando ia dormir, naquela casa grande com uma porta alta com uma janela larga, que tinha uma escada enorme que subia lá longe até pertinho do céu, a menininha pequenininha, que não tinha mais medo da escada, punha a mão bem pertinho do coração e pegava a estrelinha que iluminava seu quarto com uma luz alegre e a fazia sonhar sonhos lindos, cheios de magia e encantamento.
O ROTEIRO
Dentre todas as possibilidades, foi escolhido um roteiro simples, que pudesse gerar um trabalho de qualidade, e ao mesmo tempo se encaixar dentro do cronograma disponível.
Para tanto utilizei a história infantil, de autoria de uma amiga, Claudia Mercadante, que prontamente me autorizou a fazer quaisquer modificações que se fizessem necessárias ao desenvolvimento da animação.
O objetivo destas modificações visa exclusivamente reduzir a quantidade de modelagem a ser executada com a redução do número de cenários a serem utilizados.
Foi elaborado um primeiro Story Board do projeto e com base nestes estudos o orientador, Carlos Eduardo Nogueira colocou uma idéia interessante, a simplicidade do tema pede uma animação simples que dispensa narrativas e diálogos visto que o próprio Story Board já contava a história, dispensando com isto elementos complementares.
Este conceito criava determinados problemas: determinadas passagens deveriam ter animações complementares proporcionando a devida apresentação dos personagens e justificando a sua existência.
Em vista de nos mantermos dentro dos parâmetros de simplicidade e dimensões propostas reformulamos a trama por duas vezes.
Na primeira reformulação eliminamos a personagem Estrela, dentro de uma animação sem narrativa esta ficava fora de contexto, pois a mesma não aparecia em nenhuma outra parte da história e seu aparecimento criaria mais dúvidas e interrogações do que, na verdade encaminhar para a conclusão da trama.
Sem a necessidade da personagem principal de alcançar o céu infinito, o elemento de desafio a ser vencido deixava de ser a escada, visto que esta passava a ser uma escada normal.
Precisamos recriar algum elemento de conflito que originasse uma história a ser contada nos levou a imaginar um novo vilão: O Escuro. Então o desafio passava a ser subir a escada com a luz apagada no andar de cima, o medo do escuro é uma característica marcante na maioria das crianças e esta alteração acabava por acrescentar mais força e veracidade à animação a ser executada.
A segunda reformulação ocorreu em função de questionamentos à própria trama: se a avó da menina se encontra na casa, porquê ela não ajuda sua neta na tarefa de subir a escada? Esta simples questão eliminava nosso elemento de conflito.
Decidimos eliminar qualquer apoio que a personagem principal pudesse ter para vencer este obstáculo, valorizando, desta forma, sua conquista.
Assim, de forma relativamente natural, nos despedimos da vovó e do cachorrinho.
Dentre todas as possibilidades, foi escolhido um roteiro simples, que pudesse gerar um trabalho de qualidade, e ao mesmo tempo se encaixar dentro do cronograma disponível.
Para tanto utilizei a história infantil, de autoria de uma amiga, Claudia Mercadante, que prontamente me autorizou a fazer quaisquer modificações que se fizessem necessárias ao desenvolvimento da animação.
O objetivo destas modificações visa exclusivamente reduzir a quantidade de modelagem a ser executada com a redução do número de cenários a serem utilizados.
Foi elaborado um primeiro Story Board do projeto e com base nestes estudos o orientador, Carlos Eduardo Nogueira colocou uma idéia interessante, a simplicidade do tema pede uma animação simples que dispensa narrativas e diálogos visto que o próprio Story Board já contava a história, dispensando com isto elementos complementares.
Este conceito criava determinados problemas: determinadas passagens deveriam ter animações complementares proporcionando a devida apresentação dos personagens e justificando a sua existência.
Em vista de nos mantermos dentro dos parâmetros de simplicidade e dimensões propostas reformulamos a trama por duas vezes.
Na primeira reformulação eliminamos a personagem Estrela, dentro de uma animação sem narrativa esta ficava fora de contexto, pois a mesma não aparecia em nenhuma outra parte da história e seu aparecimento criaria mais dúvidas e interrogações do que, na verdade encaminhar para a conclusão da trama.
Sem a necessidade da personagem principal de alcançar o céu infinito, o elemento de desafio a ser vencido deixava de ser a escada, visto que esta passava a ser uma escada normal.
Precisamos recriar algum elemento de conflito que originasse uma história a ser contada nos levou a imaginar um novo vilão: O Escuro. Então o desafio passava a ser subir a escada com a luz apagada no andar de cima, o medo do escuro é uma característica marcante na maioria das crianças e esta alteração acabava por acrescentar mais força e veracidade à animação a ser executada.
A segunda reformulação ocorreu em função de questionamentos à própria trama: se a avó da menina se encontra na casa, porquê ela não ajuda sua neta na tarefa de subir a escada? Esta simples questão eliminava nosso elemento de conflito.
Decidimos eliminar qualquer apoio que a personagem principal pudesse ter para vencer este obstáculo, valorizando, desta forma, sua conquista.
Assim, de forma relativamente natural, nos despedimos da vovó e do cachorrinho.
Primeira atualização
MOTIVAÇÃO
Acredito que o desenvolvimento da técnica se alcança executando tarefas elaboradas e ligeiramente adiante do ponto específico que pretendo alcançar.
O desafio de enfrentar algo novo deve ser a tônica de todas as pessoas, pois, no momento em que acreditamos que não temos mais nada a aprender, damos o primeiro passo em direção ao isolamento intelectual, como conseqüência, nos desligamos da sociedade e definhamos em meio a um universo de paradigmas.
Meu paradigma esta em romper com a expressão 2D tradicional e acessar novas formas de representação gráfica 2D e 3D, utilizando como meio a computação gráfica.
Acertadamente escolhi o SENAC para esta tarefa e esta instituição se provou mais uma vez uma das melhores do Brasil. Não menor foi o conhecimento e a experiência do corpo docente e dos colegas com quem tive o prazer de travar conhecimento.
Acredito que o desenvolvimento da técnica se alcança executando tarefas elaboradas e ligeiramente adiante do ponto específico que pretendo alcançar.
O desafio de enfrentar algo novo deve ser a tônica de todas as pessoas, pois, no momento em que acreditamos que não temos mais nada a aprender, damos o primeiro passo em direção ao isolamento intelectual, como conseqüência, nos desligamos da sociedade e definhamos em meio a um universo de paradigmas.
Meu paradigma esta em romper com a expressão 2D tradicional e acessar novas formas de representação gráfica 2D e 3D, utilizando como meio a computação gráfica.
Acertadamente escolhi o SENAC para esta tarefa e esta instituição se provou mais uma vez uma das melhores do Brasil. Não menor foi o conhecimento e a experiência do corpo docente e dos colegas com quem tive o prazer de travar conhecimento.
ESCOLHA DO TEMA
Para a escolha do tema fomos orientados a procurar algum objetivo que representasse um desafio e, ao mesmo tempo representasse, de forma significativa o conteúdo abordado no curso.
Tendo em mente o princípio acima descrito, descartei a primeira opção de trabalho que seria a modelagem de um tema de ficção científica e o render realista do mesmo, visto que a modelagem foi desenvolvida no decorrer do término do curso e se encontrava em estágio final de elaboração a aplicação de texturas e shaders sobre o modelo sem dúvida seria material suficiente para o trabalho de graduação, porém estaria deixando de fora todo o módulo de animação.
Como o próprio tema da Pós-Graduação é: Especialização em Computação Gráfica 3D: Modelagem, Animação e Rendering, decidi por optar pela elaboração de um trabalho que envolvesse animação.
Não obstante preparei um trabalho de rendering e shaders com a nave que estava pronta, desta forma pude avaliar meu estágio de conhecimento sobre estes temas e eliminar algumas dúvidas sobre passes de render, este exercício me ajudou a elaborar o cronograma a ser seguido para o projeto do curta, com maior precisão.
O tema passa a ser então um Curta Metragem de Animação Infantil
Para a escolha do tema fomos orientados a procurar algum objetivo que representasse um desafio e, ao mesmo tempo representasse, de forma significativa o conteúdo abordado no curso.
Tendo em mente o princípio acima descrito, descartei a primeira opção de trabalho que seria a modelagem de um tema de ficção científica e o render realista do mesmo, visto que a modelagem foi desenvolvida no decorrer do término do curso e se encontrava em estágio final de elaboração a aplicação de texturas e shaders sobre o modelo sem dúvida seria material suficiente para o trabalho de graduação, porém estaria deixando de fora todo o módulo de animação.
Como o próprio tema da Pós-Graduação é: Especialização em Computação Gráfica 3D: Modelagem, Animação e Rendering, decidi por optar pela elaboração de um trabalho que envolvesse animação.
Não obstante preparei um trabalho de rendering e shaders com a nave que estava pronta, desta forma pude avaliar meu estágio de conhecimento sobre estes temas e eliminar algumas dúvidas sobre passes de render, este exercício me ajudou a elaborar o cronograma a ser seguido para o projeto do curta, com maior precisão.
O tema passa a ser então um Curta Metragem de Animação Infantil





