O ROTEIRO
Dentre todas as possibilidades, foi escolhido um roteiro simples, que pudesse gerar um trabalho de qualidade, e ao mesmo tempo se encaixar dentro do cronograma disponível.
Para tanto utilizei a história infantil, de autoria de uma amiga, Claudia Mercadante, que prontamente me autorizou a fazer quaisquer modificações que se fizessem necessárias ao desenvolvimento da animação.
O objetivo destas modificações visa exclusivamente reduzir a quantidade de modelagem a ser executada com a redução do número de cenários a serem utilizados.
Foi elaborado um primeiro Story Board do projeto e com base nestes estudos o orientador, Carlos Eduardo Nogueira colocou uma idéia interessante, a simplicidade do tema pede uma animação simples que dispensa narrativas e diálogos visto que o próprio Story Board já contava a história, dispensando com isto elementos complementares.
Este conceito criava determinados problemas: determinadas passagens deveriam ter animações complementares proporcionando a devida apresentação dos personagens e justificando a sua existência.
Em vista de nos mantermos dentro dos parâmetros de simplicidade e dimensões propostas reformulamos a trama por duas vezes.
Na primeira reformulação eliminamos a personagem Estrela, dentro de uma animação sem narrativa esta ficava fora de contexto, pois a mesma não aparecia em nenhuma outra parte da história e seu aparecimento criaria mais dúvidas e interrogações do que, na verdade encaminhar para a conclusão da trama.
Sem a necessidade da personagem principal de alcançar o céu infinito, o elemento de desafio a ser vencido deixava de ser a escada, visto que esta passava a ser uma escada normal.
Precisamos recriar algum elemento de conflito que originasse uma história a ser contada nos levou a imaginar um novo vilão: O Escuro. Então o desafio passava a ser subir a escada com a luz apagada no andar de cima, o medo do escuro é uma característica marcante na maioria das crianças e esta alteração acabava por acrescentar mais força e veracidade à animação a ser executada.
A segunda reformulação ocorreu em função de questionamentos à própria trama: se a avó da menina se encontra na casa, porquê ela não ajuda sua neta na tarefa de subir a escada? Esta simples questão eliminava nosso elemento de conflito.
Decidimos eliminar qualquer apoio que a personagem principal pudesse ter para vencer este obstáculo, valorizando, desta forma, sua conquista.
Assim, de forma relativamente natural, nos despedimos da vovó e do cachorrinho.
Dentre todas as possibilidades, foi escolhido um roteiro simples, que pudesse gerar um trabalho de qualidade, e ao mesmo tempo se encaixar dentro do cronograma disponível.
Para tanto utilizei a história infantil, de autoria de uma amiga, Claudia Mercadante, que prontamente me autorizou a fazer quaisquer modificações que se fizessem necessárias ao desenvolvimento da animação.
O objetivo destas modificações visa exclusivamente reduzir a quantidade de modelagem a ser executada com a redução do número de cenários a serem utilizados.
Foi elaborado um primeiro Story Board do projeto e com base nestes estudos o orientador, Carlos Eduardo Nogueira colocou uma idéia interessante, a simplicidade do tema pede uma animação simples que dispensa narrativas e diálogos visto que o próprio Story Board já contava a história, dispensando com isto elementos complementares.
Este conceito criava determinados problemas: determinadas passagens deveriam ter animações complementares proporcionando a devida apresentação dos personagens e justificando a sua existência.
Em vista de nos mantermos dentro dos parâmetros de simplicidade e dimensões propostas reformulamos a trama por duas vezes.
Na primeira reformulação eliminamos a personagem Estrela, dentro de uma animação sem narrativa esta ficava fora de contexto, pois a mesma não aparecia em nenhuma outra parte da história e seu aparecimento criaria mais dúvidas e interrogações do que, na verdade encaminhar para a conclusão da trama.
Sem a necessidade da personagem principal de alcançar o céu infinito, o elemento de desafio a ser vencido deixava de ser a escada, visto que esta passava a ser uma escada normal.
Precisamos recriar algum elemento de conflito que originasse uma história a ser contada nos levou a imaginar um novo vilão: O Escuro. Então o desafio passava a ser subir a escada com a luz apagada no andar de cima, o medo do escuro é uma característica marcante na maioria das crianças e esta alteração acabava por acrescentar mais força e veracidade à animação a ser executada.
A segunda reformulação ocorreu em função de questionamentos à própria trama: se a avó da menina se encontra na casa, porquê ela não ajuda sua neta na tarefa de subir a escada? Esta simples questão eliminava nosso elemento de conflito.
Decidimos eliminar qualquer apoio que a personagem principal pudesse ter para vencer este obstáculo, valorizando, desta forma, sua conquista.
Assim, de forma relativamente natural, nos despedimos da vovó e do cachorrinho.


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